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Nutrição Animal

A importância do controle microbiológico na suinocultura

A presença de enterobactérias nos sistemas de produção de suínos tem sido uma das mais relevantes preocupações do mercado mundial, por razões relacionadas à saúde pública e devido às barreiras econômicas resultantes da presença de contaminantes biológicos nos produtos

Redação SI
04-Jan-2021 10:06

A suinocultura brasileira sempre foi um importante setor para a economia do país e, em especial, o ano de 2020 se mostrou muito promissor com alto crescimento nas produções e exportações apesar das instabilidades quanto ao custo de produção, principalmente em função das variações nos preços dos insumos (por exemplo milho e farelo de soja). Segundo levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), até o mês de agosto as vendas de carne suína haviam superado em 44,37% em relação ao ano de 2019, tendo receita superior em 54,5% no mesmo período.

Boa parte do aumento na exportação de carne suína do Brasil foram para a Ásia e chegaram a 374,5 mil toneladas no primeiro semestre deste ano, saldo 83,1% superior ao registrado em 2019. A China, maior importadora de carne suína do Brasil, foi destino de 230,7 mil toneladas no período (+150,2%). Hong Kong, no segundo posto, importou 18,6% a mais, com 92,9 mil toneladas. Outro mercado de destaque foi Singapura, com 27,8 mil toneladas (+51,6%) (ABPA). 

O aumento das demandas por produção, por outro lado, veio acompanhado por exigências dos mercados consumidores em especial em relação à produção de alimentos seguros. Desde que a proibição de Antibióticos Promotores de Crescimento (AGP) entrou em vigor na Europa em 2006, a busca de substitutos eficazes ao seu uso se intensificou.

Ferramentas que possam reduzir o desafio sanitário dos animais por patógenos e que promovam a saúde dos animais são grandes aliados que podem ser introduzidos no sistema de produção como alternativos. Dentre as ferramentas básicas que precisam ser adotadas em todo o processo, as boas práticas de produção e fabricação de rações e a biosseguridade não podem ser deixadas de lado. 

A presença de enterobactérias nos sistemas de produção de suínos tem sido uma das mais relevantes preocupações do mercado mundial, por razões relacionadas à saúde pública e devido às barreiras econômicas resultantes da presença de contaminantes biológicos nos produtos.

Dessa forma, as enterobactérias são consideradas os microrganismos mais envolvidos em toxinfecções alimentares e a sua presença em carcaças e derivados de suínos representa um sério risco à saúde pública.

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