19-Jun-2018 14:20
Nutrição

AB Vista atualiza estudos sobre os efeitos de Cálcio X Fitase na alimentação dos monogástricos

Níveis de cálcio na alimentação de aves e suínos devem ser observados com cuidado, aponta o trabalho da empresa

A AB Vista atualiza os estudos sobre os efeitos de altas doses de cálcio e o resultado disso na eficiência da fitase na alimentação de aves e suínos. Atualmente, por ser um nutriente barato, é usado em demasia na dieta dos animais.

Ao contrário do fósforo, não há atualmente qualquer sistema que permita que os nutricionistas formulem com precisão cálcio fora do padrão total. Esta diferença entre padrões entre os dois macro-minerais pode levar a relações excessivas com eventuais transtornos absortivos entre as diferentes fontes.

Os níveis elevados de cálcio que encontramos hoje nas rações prejudicam a absorção não apenas desse mineral, mas de outros como fósforo, zinco e manganês. Essa elevação do nível de cálcio afeta a eficiência da fitase, podendo prejudicar o efeito da suplementação.

As altas doses de cálcio permitem uma reação com o ácido fítico em pH mais elevados, formando o fitato de cálcio, que se precipita e não pode ser atacado pela fitase. Os animais com consumo de ração com baixo nível do mineral possuem maior capacidade de hidrolisar o fitato.

“A fitase possui um efeito marcante na liberação do cálcio, porém, seu excesso reduz a performance. A tendência mundial é de se trabalhar com níveis cada vez mais baixos de minerais e com matrizes mais ajustadas de fitase. Com isso, o custo de formulação é menor, e o ganho do produtor é maior”, revela Fabio Valle, Coordenador Técnico Comercial da AB Vista.

“Valorizar o cálcio na matriz de fitase evita o impacto negativo na performance dos monogástricos”, conclui.

Com a fitase Quantum Blue, da AB Vista, há uma maior precisão no fornecimento de nutrientes, resultando em aumento da digestibilidade de P, de aminoácidos e de Ca e, como consequência, há uma importante influência positiva sobre o desempenho de crescimento, integridade esquelética e eficiência alimentar nos monogástricos.

Redação
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