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Alto custo das rações é tema da nova edição 301 da Revista Suinocultura Industrial

O Brasil ocupa um papel de destaque no cenário internacional, sendo o quarto maior produtor mundial e exportador da proteína suína

Redação SI
11-Ago-2021 08:52 - Atualizado em 11/08/2021 10:03

Nesta edição, a Revista Suinocultura Industrial se posicionou sobre o surto de Peste Suína Africana na América Central.

O recente caso de Peste Suína Africana (PSA) confirmado na República Dominicana, na América Central, acende um forte sinal de alerta em todo o continente americano. Os estragos causados pela enfermidade na suinocultura chinesa ainda são bem presentes na memória de todos. E não só na China. Desde 2018, 50 países foram afetados na Ásia, África e Europa. Os prejuízos são gigantescos, acompanhando da alta mortalidade de animais e cenas de descarte que podem chocar os consumidores.

Os países da região das Américas não tinham registro de PSA desde os anos 1980, quando, além da própria República Dominicana, outros países foram afetados, inclusive o Brasil. No caso brasileiro, a origem se deu por meio de restos de alimentos de voos internacionais que estavam contaminados pelo vírus e foram servidos a suínos. Foram anos de trabalho até a completa erradicação e o reconhecimento internacional.

Agora, o agente patogênico causador da PSA volta a rondar as Américas. Medidas de contenção vem sendo adotadas pelas autoridades na República Dominicana, assim como acompanhada pelo Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e pelas defesas sanitárias de diversos países.

O Brasil ocupa um papel de destaque no cenário internacional, sendo o quarto maior produtor mundial e exportador da proteína suína. A atividade é importante para a renda de inúmeros produtores familiares e, no último ano, os volumes embarcados foram recordes, trazendo divisas relevantes para a economia brasileira.

O momento é de representantes do setor produtivo, governos e iniciativa privada se sentarem a mesa e discutir medidas imediatas visando minimizar qualquer risco de entrada do vírus no país. Também, discutir ações de contenção na eventualidade de acesso do agente aos plantéis do país.

Restrições mais rígidas em relação a qualquer tipo de visita às granjas devem ser adotadas pelos produtores, acompanhadas de intensificação da biosseguridade na granja. O Brasil já passou por uma situação de ocorrência de PSA. Só que hoje o impacto seria ainda muito maior do que nos anos 1970-80. A prevenção e estado de atenção é o melhor remédio neste momento.

 

Humberto Luis Marques
Editor Suinocultura Industrial

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