Mayekawa SI
02-Out-2018 10:02
Inovação

ASEMG apresenta planta de abatedouro modular

Os interessados na implementação deste negócio poderão tirar suas dúvidas na próxima quinta-feira (04) na sede da ASEMG

Toda cadeia de negócios é composta por diversos elos e na suinocultura não é diferente. Há anos os produtores têm trabalhado para agregar valor aos seus produtos e conseguirem comercializá-los com maior vantagem econômica. No entanto, transformar o suíno vivo em carne é um processo que sempre demandou investimentos extremamente altos . Com a evolução tecnológica e gerencial passaram a existir soluções com valores mais viáveis.

Assim, na busca pela criação de novos negócios dentro do sistema da suinocultura, a ASEMG conheceu um projeto bastante inovador. “ Ter o nosso próprio frigorífico sempre foi desejo da maioria de nós suinocultores mas os investimentos são altos, tanto financeiramente falando quanto de tempo. E quando conhecemos a solução da Engmaq percebemos uma possibilidade de negócio ao produtor com valores mais viáveis, por isso queremos dividir com os mesmos tal opção” contou o presidente da ASEMG, Dr. Antônio Ferraz.

“Elaboramos abatedouros modulares. Com esta solução o produtor consegue abater até 120 animais por turno com sete funcionários. Com estes containers implantados, o produtor vai precisar apenas providenciar instalações de energia elétrica, água e um ETE para o tratamento dos resíduos líquidos. Ele pode optar por apenas abater adquirindo apenas o módulo de matança ou dar continuidade ao processo de industrialização comprando outros módulos. O frigorífico também pode ser montado sobre rodas, assim o suinocultor pode compartilhar o negócio com um vizinho de granja ou até mesmo realizar o serviço de abate para outros produtores de suínos de sua região” explicou Francisco Laguardia, representante da empresa.

Quando perguntado a respeito de valores a empresa indicou que o módulo mais caro é o de abate que custa em torno de R$400 mil. Informou também que o tempo médio de instalação das estruturas e equipamentos pela empresa é de 90 dias e que inicialmente a inspeção da pequena indústria está sob o comando do IMA.

Os interessados na implementação deste negócio poderão tirar suas dúvidas na próxima quinta-feira (04) na sede da ASEMG com os técnicos da Engemaq às 10h30.

Redação
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