Guia Gessulli
Peste Suína Africana AveSui Inside Cooperativas Agroindústrias Bem - Estar Animal América Latina Comentário Suíno Economia Empresas Exportação Eventos e Cursos Genética Geral Insumos Manejo Meio Ambiente Mercado Externo Mercado Interno Nutrição Piscicultura Pesquisa e Desenvolvimento Processamento de Carne Sanidade Sustentabilidade Saúde Animal Tecnologia Revista Todos os Vídeos TV Gessulli no YouTube Edições Revista Digital Anuncie
Dicas práticas

Como otimizar a taxa de retenção de fêmeas

7 dicas práticas para o dia a dia do suinocultor

Redação SI
06-Jan-2021 10:07

A taxa de retenção é um dos indicadores que determina o desempenho reprodutivo e econômicos nos sistemas de produção de suínos. Afinal, a permanência das fêmeas suínas nas granjas é necessária não apenas para amortizar o investimento feito para sua compra ou produção interna, mas também para a manutenção da estrutura etária do plantel, que tem impactos diretos na performance produtiva do rebanho. 

Assegurar a longevidade das fêmeas, porém, exige cuidados especiais com atividades triviais no dia a dia da granja, com aspectos específicos do manejo reprodutivo, além de uma política de descarte e uma estratégia de reposição bem definidas. Confira, a seguir, orientações técnicas para otimizar a taxa de retenção das fêmeas suínas nas unidades de produção.

Dedique Atenção Especial à Preparação das Leitoas

Os cuidados para garantir a longevidade do plantel de reprodução têm início com a preparação das leitoas. É preciso, nessa fase, assegurar boas condições para o seu desenvolvimento. As leitoas devem ser alojadas em instalações previamente preparadas, com água à vontade, ambiência e densidade adequadas, limpas e devidamente desinfetadas. O bom status sanitário do plantel tem influência direta no desempenho reprodutivo das futuras matrizes.

A ocorrência de desafios sanitários nessa fase aumenta a incidência de falhas reprodutivas, como anestro, redução no número de desmamados/fêmea/ano e no total de leitões produzidos durante sua vida reprodutiva. Atenção especial também deve ser dada ao manejo nutricional. As fêmeas devem ser arraçoadas à vontade em todas as fases de crescimento, do desmame à cobertura. Ao atingirem 60 dias, precisam receber uma dieta específica, com níveis de vitaminas, energia, cálcio e fósforo adequados a sua categoria.

Promova uma Seleção Rigorosa 

O caminho mais eficaz para promover uma seleção adequada está na avaliação objetiva de parâmetros pré-determinados. Aspectos como o desenvolvimento e condição física das fêmeas, a relação entre peso e idade e imperfeições físicas devem ser analisados, assim como os aprumos, cascos e membros. As fêmeas devem apresentar estrutura locomotora forte e saudável.

O peso é um indicador de qualidade no processo de seleção e tem influência no desempenho zootécnico da fêmea, ao longo de sua vida reprodutiva. Por isso, todas as leitoas devem ser pesadas e avaliadas no momento da seleção. Investir em uma seleção rigorosa e bem executada é a base para garantir leitoas com ótimas condições físicas e de alto padrão genético, atributos essenciais que possibilitam níveis de excelência em performance reprodutiva e longevidade de produção.

Continue lendo gratuitamente na revista digital...

suinocultura, suinos, fêmeas,
Dicas práticas da suinocultura

Utilizamos cookies para que você tenha a melhor experiência de navegação, para medir o tráfego, e para fins de marketing. Para mais informações, por favor visite nossa política de privacidade. Política de Privacidade