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28-Jun-2019 09:00 - Atualizado em 28/06/2019 10:02
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DESTAQUES: Exportações seguem em alta

Semanalmente os portais Avicultura Industrial e Suinocultura Industrial resumem as principais notícias do setor

 

Começando pelos insumos, os dados divulgados essa semana pelo Cepea mostram que os preços do milho continuam subindo na maior parte das regiões, devido ao bom ritmo das exportações. O Indicador  da ESALQ para região de Campinas registrou alta de 0,73% de 14 a 21 de junho, fechando a R$ 38,58/saca de 60 kg. Quanto às exportações, nos primeiros 10 dias úteis deste mês, o Brasil vendeu 173,2 mil toneladas de milho ao mercado internacional, volume 21,3% superior ao embarcado em todo o mês de junho de 2018.

Já os preços da soja que estavam em alta começaram a recuar na sexta-feira (21). A baixa, de acordo com pesquisadores, veio das desvalorizações do dólar e da queda nos contratos futuros na CME Group (Bolsa de Chicago), cenário que reduziu a liquidez interna. Entre 14 e 21 de junho, o Indicador da soja Paranaguá recuou 1,45%.

E os embarques de carne de frango continuam crescendo neste mês de junho. De acordo com os dados divulgados pelo Ministério da Economia, Indústria, Comércio Exterior e Serviços até a terceira semana do mês de junho as exportações de carne de frango in natura já somam 263,7 mil toneladas embarcadas, o equivalente a US$ 431,9 milhões. Com 14 dias úteis a média diária é de 19,1 mil toneladas, 20% maior que a média registrada no mês de maio. Em relação a junho do ano passado o crescimento foi ainda maior chegando a 81%.

No mercado interno, os preços dos ovos recuaram nos últimos dias depois das altas na primeira quinzena de junho. Os dados mostram que nas granjas de São Paulo, a caixa com trinta dúzias de ovos está cotada em R$64,50, recuo de 11,0% na comparação semanal. Já no atacado a desvalorização foi de 10,4% no mesmo período e a caixa com trinta dúzias de ovos passou de R$77,00 para os atuais R$69,00.

Na suinocultura, valorização no mercado interno e também nas exportações. Os preços do suíno vivo nos principais estados produtores continuam em alta. Nesta semana, o quilo do animal vivo em Minas Gerais e Goiás chegou a R$ 5,90, conforme dados da Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais. Houve valorização de 40% em relação a 24 de abril, quando o preço do quilo era R$ 4,20. O segundo maior preço dentre os oito estados consultados é o paulista. Na segunda-feira (24), o quilo do animal comercializado vivo chegou a R$ 5,71. Dois meses atrás, custava R$ 4,53.Ou seja, houve uma valorização de 26%, conforme os dados da Associação Paulista de Criadores de Suínos

Nas exportações a média de preço pago por tonelada também cresceu. Em maio a média do preço pago por tonelada ficou em US$ 2260,2 passando para US$ 3353,5 neste mês de junho, uma valorização de 48,4%. Já em relação ao mês de junho a valorização foi ainda maior chegando a 72,3%. No total o Brasil embarcou 43,5 mil toneladas, o correspondente a US$ 146 milhões.

O Canadá suspendeu todas as exportações de carne suína para a China, após recomendação do governo chinês. Anteriormente, Pequim já havia suspendido a importação de carne suína de ao menos três empresas canadenses, com o argumento de que haviam sido encontrados vestígios de um aditivo alimentar, a ractopamina, em uma carga de carne suína congelada. A ractopamina é proibida na China, mas permitida pelo Departamento de Segurança Alimentar do Canadá.

E esta semana chega a casa de nosso leitor a revista Avicultura Industrial. Você pode conferir a revista on line em nosso portal.

Redação AI/SI
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