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20-Nov-2020 09:28 - Atualizado em 20/11/2020 10:09
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DESTAQUES - Influenza aviária pela Europa e a presença da China na América Latina

Um resumo das principais notícias dos portais Avicultura Industrial e Suinocultura Industrial

Países europeus enfrentam uma série de surtos de influenza aviária altamente patogênica e que tem obrigado ao abate de dezenas de milhares de galinhas e frangos de corte. As contaminações ocorrem principalmente pelos sorotipos H5N1 e H5N8. De acordo com o SputnikNews, o H5N8 foi confirmado em uma granja perto de Rostock. Cerca de 4.500 galinhas na granja serão abatidas, mas como a granja está dispersa em vários locais, de acordo com a SputnikNews, o número total de abates pode atingir as 70.000 aves domésticas sacrificadas. Outros surtos de influenza aviária foram registados na França, na Córsega, na Holanda, no Reino Unido e na Dinamarca. E com tantos casos, os países começaram a tomar providências mais incisivas para conter a disseminação.

A BRF anunciou a abertura de mais de 3 mil vagas até o fim de 2020. Na contramão da crise econômica, que originou cortes e demissões, muitas delas intensificadas por conta da pandemia de covid-19, a empresa oferece oportunidades de trabalho em diversas áreas operacionais e administrativas de suas unidades. A empresa também lançou processo seletivo para trainees. Confira todas as posições disponíveis em brf.com/talentos.

A Cooperativa Central Aurora confirmou Neivor Canton como presidente, em decisão tomada pelas cooperativas afiliadas, nesta terça-feira (17). Canton era vice-presidente da empresa e estava o comando interinamente após a morte do presidente, Mário Lanznaster, em 18 de outubro.

O Ministério de Agricultura da China informou que a produção de suínos vivos está sendo retomada e a oferta de carne e produtos derivados apresentou melhoras significativas em outubro. A China começa a reconstituir seu rebanho, que foi profundamente dizimado pela peste suína africana. Segundo instituições de saúde animal do país, a doença está controlada no território.

Por falar em China, o México vem enfrentando problemas com o avanço do número de granjas de suínos voltados à exportação ao país asiático. Segundo o noticiário local, as granjas encontraram seu lugar na península de Yucatán. A região tem a maior taxa de crescimento na produção de carne suína do país: até 14% ao ano. Os problemas se devem ao grande volume de água necessária para a produção, além da localização das unidades produtivas, próxima ao principal reservatório subterrâneo de água do país, que podem vir a ser contaminados.

A China também estende suas intenções na Argentina. Na última semana, o governo da Província de Chaco  assinou com a empresa de capital sino-argentino Feng Tian Food um acordo de cooperação que permitirá a construção de 3 complexos de suinocultura integrados para exportação. O projeto envolverá um investimento de US$ 129 milhões e a criação de 360 empregos por empreendimento. Cada um dos complexos vai demandar 32,3 mil toneladas de soja e 87,4 mil toneladas de milho por ano para alimentar os suínos.

Redação
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