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Paraná

Entra em operação nesta terça o serviço Alerta Geada, referência em apoio aos agricultores

Avisos sobre a possibilidade de geadas são divulgados com 48 horas de antecedência. Caso as condições persistam, novo aviso é expedido em até 24 horas antes da possível ocorrência do fenômeno

Redação, com informações AEN
03-Mai-2022 07:43

Entra em operação nesta terça-feira (3) o Alerta Geada, serviço que o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) e o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) oferecem aos produtores rurais com o objetivo de avisar com antecedência a possibilidade de ocorrer danos à agropecuária em virtude do frio.

Durante o período de operação (de maio a setembro), os pesquisadores publicam diariamente um boletim informativo sobre as condições meteorológicas e a evolução de massas polares no Estado, que pode ser acompanhado também no aplicativo.

O serviço está disponível gratuitamente na App Store e no Google Play, nas páginas do IDR-Paraná, do Simepar e, ainda, pelo telefone (43) 3391-4500.

Além do boletim diário, um pré-alerta é emitido e amplamente divulgado com 48 horas de antecedência diante de eventuais aproximação de massas de ar frio com potencial de causar danos à agropecuária. Caso as condições persistam, um novo aviso é expedido em até 24 horas antes da possível ocorrência do fenômeno. 

Os alertas de geada também podem ser recebidos no aplicativo Telegram. Interessados devem cadastrar seu número de telefone AQUI.

SERVIÇO – Em operação desde 1995, o Alerta Geada, originalmente formulado para a proteção dos cafezais paranaenses, vem beneficiando vários setores da agropecuária, lembra a agrometeorologista do IDR-PR, Heverly Morais. “Na silvicultura, por exemplo, para a proteção de viveiros e de mudas recém-implantadas no campo, produtores de hortaliças, aves e suínos também buscam os alertas emitidos pelo serviço”, diz a pesquisadora.

REALIZAÇÃO – O Alerta Geada conta com o apoio da Secretaria estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab), Consórcio Pesquisa Café, prefeituras, cooperativas e associações de produtores.

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