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Mercado Externo

Exportações paraguaias de carne suína cresceram 11,7% no primeiro bimestre de 2021

A receita com as exportações chegou a US$ 1.486.706 ante os embarques dos mesmos meses de 2020, quando o valor era de US$ 1.329.987.

Redação
09-Mar-2021 13:56 - Atualizado em 09/03/2021 14:11

A receita gerada pelas exportações do complexo suíno do Paraguai apresentou aumento de 11,7% no primeiro bimestre de 2021. O valor obtido com as exportações chegou a US$ 1.486.706 ante os embarques dos mesmos meses de 2020, quando o valor era de US$ 1.329.987.

Os dados apresentado em relatório mensal do Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Animal (Senacsa), indica a Geórgia como o principal mercado comprador do complexo suíno, com 58% do total exportado. Seguem-se Tailândia com 22%, Azerbaijão com 6%, Gabão 5%, Angola 4%, Hong Kong com 3% e Uruguai, o mais novo mercado conquistado, adquiriu 2% do total, com cerca de 25 toneladas.

O relatório esclarece que apenas o embarque de carne suína propriamente dito contraiu até 10%, já que o valor dos embarques caiu de US $ 1.077.493 no bimestre de 2020, ante os US $ 966.731 exportados neste ano. Enquanto as exportações de miúdos suínos deram um salto exponencial, com um crescimento de 1.201% inclusive, pelo fato de no mesmo período mencionado, no ano anterior terem sido enviadas por apenas US $ 28.538, enquanto neste ano o valor subiu para US $ 375.902.

Da mesma forma, no caso das exportações de miudezas de suínos, também foi constatada uma redução de 35%, uma vez que durante os meses de janeiro e fevereiro deste 2021, foi exportado um valor de US $ 144.073, em relação à receita do mesmo período de 2020, quando era US $ 223.956.

Em relação ao volume embarcado, também houve aumento, no caso de 8,2%, uma vez que 87.437 toneladas totais foram destinadas entre janeiro e fevereiro deste ano, entre carnes, miudezas e miudezas, ante as 80.777 toneladas exportadas naqueles dois meses do ano anterior. Menciona-se que somente no mês de fevereiro ocorreu a primeira exportação de carne suína para o Uruguai, fato considerado histórico, por se tratar de um comprador de 40.000 toneladas de carne suína por ano, pelo que se espera que seja apenas a primeira de diversas negociações, com o objetivo de aumentar o volume de compras nos próximos meses.

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