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Indicador do milho segue estável e colheita da soja avança em São Paulo

Segundo pesquisadores do Cepea, compradores seguem afastados do mercado, atentos à colheita da safra verão

Redação AI/SI
08-Fev-2021 09:29

De acordo com os dados divulgados nesta segunda-feira (08/02), pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), as negociações envolvendo milho estão lentas no spot brasileiro.

Segundo pesquisadores do Cepea, compradores seguem afastados do mercado, atentos à colheita da safra verão, à necessidade de produtores liberarem armazéns e a possíveis quedas nos preços. No entanto, chuvas têm dificultado as atividades de campo em importantes regiões brasileiras, o que tem limitado a disponibilidade do milho no spot nacional.

Diante disso, as negociações são realizadas apenas de forma pontual, para atender a necessidades de curto prazo, e os preços praticamente se estabilizaram. Em Campinas (SP), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa operava na casa dos R$ 83/saca de 60 kg havia nove dias, mas, na sexta-feira, 5, registrou ligeiro recuo, fechando a R$ 82,78/sc.

Soja

Dentre as regiões produtoras de soja no Brasil, o estado de São Paulo apresenta ritmo mais acelerado de colheita nesta temporada. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário é atípico, uma vez que Mato Grosso e Paraná são historicamente os primeiros estados a cultivar e, consequentemente, colher a oleaginosa. No entanto, frequentes chuvas no Centro-Oeste e no Sul do Brasil têm atrasado os trabalhos de campo. Sojicultores mato-grossenses e paranaenses, inclusive, já se preocupam com a formação de grãos ardidos.

Ressalta-se que, mesmo com uma possível quebra na produtividade, agricultores esperam produção recorde na temporada 2020/21, tendo em vista a maior área cultivada, de 38,19 milhões de hectares, 3,4% maior que a da safra anterior, segundo a Conab. A Companhia ainda indica que, até o final de janeiro, 11% da área de soja havia sido colhida em São Paulo; 4,9% em Mato Grosso; e 2% em Minas Gerais.

Quanto às negociações, algumas cooperativas e cerealistas paulistas já estão recebendo soja, mas a liquidez no spot ainda é baixa.

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