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Santa Catarina

Solução para recolhimento de carcaças pode sair em 30 dias, diz deputado

Os representantes do campo chamaram atenção para os problemas enfrentados pelos produtores e para os riscos à saúde e ao meio ambiente.

Redação
02-Set-2019 08:55

Cerca de 200 pessoas participaram da Audiência Pública realizada na tarde de sexta-feira (30) na Câmara de Vereadores de Seara. Em pauta, a retirada dos animais mortos nas propriedades rurais de Santa Catarina. A iniciativa foi da Comissão de Agricultura e Política Rural da Assembleia Legislativa (Alesc).
 
O deputado Mauro De Nadal (MDB), vice-presidente da Alesc, disse que em 30 dias o Ministério da Agricultura deverá publicar as normas que vão facilitar a retomada do Projeto Recolhe em Seara e em todo Oeste catarinense. O prazo da consulta pública encerrou nesta semana.
 
A primeira parte da audiência teve os depoimentos de produtores, lideranças do segmento, secretários municipais e prefeitos. Os representantes do campo chamaram atenção para os problemas enfrentados pelos produtores e para os riscos à saúde e ao meio ambiente. Entre as dificuldades está o manejo e corte das carcaças para a compostagem. Uma das consequências dos animais mortos que ficam nas propriedades é o aumento da população de corvos em toda a região.
 
Os membros da mesa oficial falaram na segunda parte: os deputados Altair Silva (PP), Mauro De Nadal (MDB) e Fabiano da Luz (PT), este último coordenador dos trabalhos; prefeito de Seara, Kiko Canale (PSD); presidente da Câmara de Vereadores de Seara, Adão Krombauer (PTB); vereadora Enelsi Mariani (PT), que propôs a audiência em Seara, e a médica veterinária Graziela Amarante da Rosa, da Cidasc, que representou o Governo do Estado no Evento.

Projeto paralisado

Em março deste ano o projeto que faz o recolhimento de bovinos e suínos mortos de propriedades rurais em 75 municípios do Oeste de Santa Catarina, suspendeu as atividades. Os funcionários receberam férias coletivas. Além disso, a paralisação preocupou os produtores rurais da região que precisam dar destinação correta para as carcaças.

A empresa Cbrasa reaproveitava os resíduos animais desde 2017. As operações começaram por meio de um projeto pioneiro no estado e no país, com apoio dos órgãos municipais e estaduais. O óleo retirado é revendido para produção de biocombustível e a farinha pode ser usada como adubo.

Desde o início dos serviços prestados pela empresa, 85 mil coletas foram feitas. Um total de 12 caminhões percorria mais de 2 mil quilômetros por dia e atendiam cerca de 9 mil propriedades.

 

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