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Tyson Foods exigirá vacinação a todos os seus trabalhadores dos EUA

Prazo para trabalhadores se vacinarem contra a covid-19 é 1º de novembro

Redação com informações de Valor Econômico e Estadão de Minas
04-Ago-2021 08:48

Tyson Foods, maior processadora de carne dos Estados Unidos, informou nesta terça-feira, 3, que exigirá que os 120 mil funcionários dos EUA estejam vacinados contra a covid-19, até 1º de novembro.

A medida inclui também os trabalhadores de escritórios corporativos, mas a decisão depende parcialmente de discussões com sindicatos que representam cerca de um terço dos trabalhadores horistas da empresa, de acordo com funcionários da Tyson. A empresa disse que ofereceria um bônus de US$ 200 a seus trabalhadores da linha de frente como incentivo para a imunização.

O presidente-executivo da companhia, Donnie King, disse que o esforço é a melhor maneira de proteger a saúde da força de trabalho da Tyson, já que as variantes mais contagiosas e mortais de covid-19 aumentam as infecções em todo o país. "Não tomamos essa decisão levianamente", escreveu King em um memorando aos funcionários. "Passamos meses incentivando os membros da nossa equipe a se vacinarem - hoje, menos da metade dos membros da nossa equipe o fez."

A ação da Tyson, a maior fornecedora de carne dos EUA em vendas, ocorre no momento em que algumas das maiores empresas do país reforçam as políticas de vacinação e máscara em resposta ao aumento das infecções por covid-19.

Os trabalhadores de frigoríficos estavam entre os mais atingidos quando as infecções começaram a se espalhar no país em 2020, com milhares de infectados e mais de 130 mortes, de acordo com estimativas dos sindicatos de trabalhadores.

A Tyson, assim como outras grandes empresas de carnes, incluindo a JBS USA Holdings Inc. e a Smithfield Foods Inc., desde o início de 2021 organizaram eventos de vacinação e, em alguns casos, ofereceram incentivos como dinheiro ou carne grátis para os funcionários serem vacinados. Até agora, as empresas de carne não determinaram vacinações, em vez disso montaram campanhas educacionais, em alguns casos, em conjunto com grupos de funcionários.

Alguns trabalhadores do processamento de carne relutam em tomar as vacinas. As preocupações com a segurança e eficácia dissuadiram parte deles, junto com as barreiras linguísticas, disseram os defensores dos trabalhadores. Embora os sindicatos que representam os trabalhadores tenham se juntado às empresas de carne para promover a vacinação, os dirigentes sindicais disseram que as vacinas não deveriam ser exigidas.

A Tyson disse que cerca de 56 mil funcionários de sua força de trabalho nos EUA foram vacinados e as taxas de infecção pelo novo coronavírus entre eles permanecem baixas. À medida que as infecções aumentam em todo o país, escreveu King, "está perfeitamente claro que ser vacinado é a coisa mais eficaz que podemos fazer para nos proteger, nossas famílias e nossas comunidades".

Além disso, os novos colaboradores da empresa devem ser totalmente vacinados antes de começarem a trabalhar. A Tyson disse, ainda, que as exceções serão feitas por motivos religiosos ou médicos. Uma vez totalmente vacinados, os trabalhadores da linha de frente receberão US$ 200, destacou a companhia.

Segundo a Tyson, ela já gastou US$ 700 milhões em equipamentos de proteção, vacinações e outras medidas relacionadas à pandemia. Metade de seus funcionários já estão vacinados, afirma a empresa, que disse também ter recebido mais de 100 eventos de vacinação.

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