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SI Responde

Gostaria de saber sobre a área de creche em granja de suínos. Estou iniciando um crechário e preciso de informações sobre dimensões e características para estes galpões.

Reinaldo Peres - Uberlândia (MG)
10 de Fevereiro de 2021 - 13:35

A creche é um período extremamente importante dentro do ciclo produtivo dos suínos. Cuidados com a construção deste galpão, além de manejos adequados são essenciais para o desenvolvimento pleno do animal. Destinada a animais desmamados, a creche deve prever a instalação de cortinas nas laterais, permitindo assim o manejo adequado da ventilação, o que ameniza o estresse calórico. Segundo recomendações da Embrapa Suínos e Aves, é indispensável o uso de forro como isolante térmico e cortinas laterais para proporcionar melhores condições de conforto. Leia mais no site Suinocultura Industrial

A musicoterapia pode ser uma boa alternativa para o enriquecimento ambiental e melhoria do bem-estar de suínos?

Felipe de Assis
13 de Janeiro de 2021 - 11:43

Em pesquisa realizada para analisar o efeito do enriquecimento sensorial auditivo no bem-estar de matrizes suínas gestantes alojadas em gaiolas individuais e posteriormente em gaiolas coletivas, Silva et al. (2017), concluíram que a música clássica promoveu maior relaxamento, redução de estereotipias e menor frequência respiratória em porcas. Leia o estudo completo nessa edição da revista Suinocultura Industrial. https://www.suinoculturaindustrial.com.br/edicao/295

 

Lippi e outros Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Faculdade de Ciências Agrárias (FCA), Dourados (MS)

Quais as condições mínimas de biosseguridade em uma granja que trabalha com suínos em terminação?

André Martins
15 de Dezembro de 2020 - 10:56

Em 2017 a Embrapa Suínos e Aves elaborou um documento destinado a servir de subsídio para regulamentação oficial de itens relevantes de biosseguridade para granjas que produzem ou distribuem suínos destinados ao abate (unidades em ciclo completo, unidades produtoras de leitões desmamados ou descrechados, crechários e/ou terminadores). Tal publicação foi revisada por um painel técnico composto por 18 especialistas no tema incluindo pesquisadores, professores universitários, associações estaduais de produtores de suínos, agroindústrias e cooperativas de produção de suínos, defesa sanitária estadual, programa nacional de sanidade suína do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Para a versão final do documento buscou-se um equilíbrio entre as opiniões desses especialistas. Na proposta foram consideradas duas situações: granjas novas e granjas já instaladas, em função de alguns itens de biosseguridade que envolvem estruturas físicas já construídas. Os itens elencados no documento são, em nossa opinião, os mais relevantes que devem ser atendidos para mitigação de riscos de introdução e disseminação de agentes infecciosos causadores de doenças. Você pode conferir esse material na edição 283 da revista Suinocultura Industrial, clicando aqui.

Nelson Mores Pesquisador da Embrapa Suínos e Aves

Olá, tenho uma porca sem querer Comer oque sera?? Qual medicamento eu dou ?

Natália Nobre lima
02 de Novembro de 2020 - 21:11

Olá Natália!

A falta de apetite pode estar relacionada com várias enfermidades. O ideal é que procure um veterinário para um diagnóstico correto

Levando em conta esse processo de imunocastração os animais na fase de terminação ganham mais peso antes ou depois de imunocastrados?

Maicon Dal Castel
27 de Setembro de 2020 - 14:48

Olá Maicon! Sobre a sua dúvida, o  Analista de Nutrição e colunista do portal Suinocultura Industrial esclarece que espera-se que o ganho de peso seja maior na fase antes da imunocastração, visto a presença ainda de hormônios esteroides. Porém, o consumo dos animais aumenta entre 7 a 14 dias após a aplicação da segunda dose da vacina, com isso, o ganho de peso pode ser aumentado, porém, corre-se o risco da conversão alimentar ser penalizada, inviabilizando o processo de imunocastração. Acesse o link e leia a resposta na íntegra AQUI.

No meu plantel há porcas que só entram novamente no cio de 2-3 semanas pós-desmame. É possível que tenham entrado no cio ainda na maternidade? Por que isso ocorre?

Anamara Nascimento
17 de Novembro de 2019 - 14:59

Algumas porcas não mostrarão o cio por 2-3 semanas após o desmame e há boas razões para se acreditar, em muitos desses casos, que a porca tenha, na verdade, ciclado antes do desmame, ainda na maternidade. Saiba mais sobre o assunto acessando https://www.magtab.com/reader/suinocultura-industrial/12781#page/30 

Olá pessoal da revista "Suinocultura", queria saber de vcs., se tem algum link com receitas com carne suína, pois queria aprender a fazer Salame Artesanal, se tem me indicar como faço para acessar, ou me enviar para meu e-mail uma receita básica de salame. grato nelson barbeiro

nelson barbeiro
01 de Julho de 2019 - 15:51

Olá Nelson, indicamos entrar em contato com o Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), Centro de Tecnologia de Carnes (CTC), lá sem dúvida será orientado por um equipe especializada em todos os aspectos da produção do embutido: www.ital.org.br/ctc ou  no e-mail: [email protected] 

Gostaria de saber se o consumo da carne suína deve ser bem passada, em razão da cisticercose, pois aprecio ao sugo, pois se bem passada fica seca. Obrigado.

Marcos Brisotti
15 de Junho de 2016 - 11:58

Olá, Marcos!  Mesmo com destaque nos principais mercados internacionais, a carne suína aqui no Brasil é cercada de mitos e inverdades, tão antigos que acabam confundindo qualquer consumidor. A carne suína consumida décadas atrás, não possuía as mesmas características que o produto comercializado hoje, e isso se aplica a todas as outras carnes, porém, ainda se mantém uma cultura a respeito dela.  Na suinocultura tecnificada, em que os suínos são criados confinados e recebem apenas rações como alimento, a possibilidade de transmissão do parasita é praticamente zero. Pode comer a carne mal passada, ao ponto, ou até mesmo bem passada, desde que ela venha com certificado de qualidade :) Leia na íntegra o post que fizemos sobre o assunto http://www.suinoculturaindustrial.com.br/imprensa/cisticercose-mitos-e-verdades/20160615-135745-Y759 

Professor, poderia falar sobre os sintomas da Peste Suína Clássica?

Luiz Antônio Villa Castro
25 de Maio de 2016 - 11:49

Luiz, a Peste Suína Clássica, também conhecida como Cólera dos Porcos ou Febre Suína, é uma enfermidade altamente contagiosa, com altos índices de mortalidade. É uma doença exclusiva dos suídeos, causada por um vírus. Os principais sintomas dessa doença são febre alta, andar cambaleante, diarreia fétida, inapetência, vômitos, manchas azuladas na pele, esterilidade e abortos, leitões natimortos ou com crescimento comprometido, prostração e morte em um curto período (1 a 2 semanas).

O Brasil deverá receber o reconhecimento internacional de zona livre da peste suína clássica para catorze estados e Distrito Federal, porém a doença ainda permanece recorrente e endêmica em outras áreas. Portanto, é muito importante que os suinocultores vacinem seus rebanhos.

 

 

Professor, qual o objetivo do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária?

Angela Perez
01 de Abril de 2016 - 17:14

Angela, recentemente anunciada pelo O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Câmara Temática Temporária do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos e Insumos Agropecuários do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa) é uma iniciativa para coordenar os esforços dos estados, das empresas, do Fórum Nacional dos Executores de Sanidade Agropecuária (Fonesa), constituída para ajudar a institucionalizar o Suasa, que por sua vez, tem a finalidade de ampliar a capilaridade da inspeção dos alimentos de origem animal e vegetal. O sistema de defesa agropecuária inclui atividades de sanidade, inspeção, fiscalização, educação sanitária, vigilância de animais, vegetais, insumos, produtos e subprodutos de origem animal e vegetal. Além disso, outro objetivo é desburocratizar os processos. Uma abraço do ProfºSuíno.

Professor, quais são as medidas sanitárias em caso de doença vesicular?

Ana Marta Piezan
25 de Janeiro de 2016 - 15:37

Primeiramente é preciso frisar que toda doença vesicular deve ser notificada ao Serviço Veterinário Oficial (SVO), no prazo de 24 horas do conhecimento da suspeita clínica, por parte de médicos veterinários, produtores rurais, profissionais de laboratórios veterinários ou oficiais de instituições de ensino e pesquisa. Uma vez notificado, o serviço oficial tem até 12 horas para atender a suspeita. As medidas sanitárias legais se dão em registrar e comunicar as instâncias superiores; interdição da unidade epidemiológica, colheita de material para exames; investigação do trânsito de animais suscetíveis e, em alguns casos, suspensão temporária do trânsito animal e suspensão de produtos de risco provenientes de propriedades rurais limítrofes ou com vínculo epidemiológico. Lembrando que a produção comercial de suínos, diferente da bovinocultura, ocorre em regime de confinamento, aumentando os riscos sanitários e, consequentemente, o acirramento dos trabalhos de biossegurança e vigilância sanitária.

Professor, se essa epidemia não chegar no Brasil, tomara que não chegue, o país pode exportar maior volume de carne por causa da doença?

Erbes Zanesco
06 de Junho de 2014 - 13:05

Prezado Erbes,

Todos esperamos que a PEDv não chegue ao Brasil. E sim, livre da doença o Brasil poderá ganhar novos mercados para a carne suína!

Professor, essa epidemia de diárreia suína pode chegar no Brasil com o fluxo de pessoas por causa da copa do mundo?

Erbes zanesco
11 de Maio de 2014 - 12:57

Prezado Erbes,

Temos acompanhado os esforços das autoridades brasileiras e acredito que a doença não entrará no Brasil. Estou confiante.

Gostaria de saber se no dia que a porca pari ela fica em cio: Grato.

Adriano
30 de Março de 2014 - 23:29

Prezado Adriano. Não, ela não fica. Obrigado.

Como produzir ração suína em casa pois moro muito longe dos grandes centros,por favor se tiver alguma receita se possível me mande.

Luiz Alves de Siqueira
02 de Fevereiro de 2014 - 20:36

Prezado Luíz,

A Embrapa Suínos e Aves disponibiliza algumas recomendações:

http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/nutricao.html

Aconselho, no entanto, uma consulta ao médico veteriário para detalhamento e mais explicações.

Tenho diariamente grande quantidade de resto de comida de restaurante, quais ingredientes devo adicionar para que fique proximo a rentabilidade da ração blanceada.

Messias Rabelo
31 de Dezembro de 2013 - 17:16

Prezado Messias,

São inúmeros os fatores a serem considerados, uma vez que não temos como especificar os nutrientes dos "resto de comida" uma vez que eles mudam de conteúdo. Aconselhamos uma consulta com um médico veterinário. Não apenas veterinários, mas agronomos e zootecnistas são profissionais responsáveis pela nutrição de suínos.

Existe diferença nutricional ou organoleptica na carne de suino que se alimenta de resto de comida dos restaurantes?

Antonio Alves Gomes
09 de Dezembro de 2013 - 15:08

Prezado Antonio,

A qualidade da carne suína está diretamente ligada com sua alimentação. Uma alimentação balanceada, recomendada por um profissional, certamente incidirá numa qualidade superior da carne na comparação com um animal que se alimenta de resto de comida de restaurantes.

A carne suína é boa fonte de ferro?

José Amarildo Santos
19 de Novembro de 2013 - 11:29

Sim, especialmente ferro heme, em sua composição contém o dobro de ferro do que a carne de frango. Além disso, por ser um alimento protéico, favorece a absorção de ferro não-heme quando associados aos outros alimentos, compondo uma refeição. Fonte: carnesuinabrasileira.org.br

O ferro heme está presente em alimentos de origem animal, como as carnes, principalmente vermelhas e miúdos, como o fígado e o ferro não-heme está presente em alimentos de origem vegetal, como feijão. O ferro heme presente nas carnes auxilia a absorção do ferro não-heme presente no feijão, por exemplo, que está compondo a mesma refeição e, desta forma, é melhor absorvido pela presença do ferro heme. È importante lembrar que o ferro nos alimentos de origem animal é absorvido em torno de 15 a 35%, enquanto o ferro dos alimentos de origem vegetal é menos absorvido, em torno de 2 a 20%.

O que é o "porco ou carne suína light"?

Antonio Cavalcante
19 de Novembro de 2013 - 11:28

A carne suína atualmente tem 30% menos gordura e 10% menos colesterol que há 30 anos e por esse motivo vem sendo chamada de light. Essa redução se deve ao fato de que o produtor hoje tem por objetivo produzir carne e não mais banha como antigamente. A produção de banha perdeu o sentido quando esta foi substituída pelos óleos vegetais nas cozinhas. Como a produção de banha é mais cara que a produção de carne, a mudança foi rápida e a população não teve tempo de acompanhar todas as alterações. Por meio de seleção genética (escolha de raças que produzem mais carne e menos banha) e da alimentação adequada, os animais hoje produzem mais carne magra e bem menos banha. Fonte: carnesuinabrasileira.org.br

Ainda tenho dúvidas quanto ao consumo de carne suína, pois algumas nutricionistas o recomendam, outras a tratam como "carne gordurosa e prejudicial ao coração". Onde consigo informações seguras?

Carmen Silva
19 de Novembro de 2013 - 11:26

As informações mais precisas sobre o produto podem ser obtidas no site da Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS) - http://www.abcs.org.br - ou ainda no site carnesuinabrasileira.org.br